tumorescutaneos

A incidência de câncer de pele está aumentando atualmente. Estima-se que aproximadamente 50% das pessoas com mais de 65 anos de idade desenvolveram algum tipo de câncer de pele. A maioria dos tumores de pele são causados pela radiação solar e atinge as regiões do corpo mais expostas a luz solar, tais como cabeça, pescoço e mãos.

O diagnóstico e o tratamento precoce das lesões tumorais é primordial para a cura da doença. É fundamental o reconhecimento de alterações sugestivas de neoplasia na superfície cutânea, tais como manchas, pintas estranhas, lesões que estão crescendo ou que não cicatrizam, lesões com pigmentação irregular. O diagnóstico da lesão neoplásica é clínico e/ou através de biópsia.

O tratamento, a princípio, é cirúrgico, mediante a ressecção da lesão com margem de segurança. A reconstrução da região será realizada preferencialmente com a utilização de retalhos locais ou com enxertos cutâneos. Eventualmente outras modalidades de tratamento também serão requeridas, tais como quimioterapia, radioterapia, entre outras.

A reconstrução pode proporcionar uma aparência mais natural, no entanto, nenhuma reconstrução é perfeita. Podem eventualmente aparecer cicatrizes visíveis nos locais de incisão, alterações de cor, de textura e demais diferenças na pele em áreas reconstruídas. Em alguns casos, o tratamento do câncer de pele pode causar deformação na aparência. Embora todos os esforços sejam feitos para restaurar a sua aparência, deixando-a a mais natural possível, o fator mais importante é que o câncer de pele seja efetivamente curado.

 

FONTE PRINCIPAL: http://www2.cirurgiaplastica.org.br/cirurgias-e-procedimentos/cancer-de-pele/